Amazônia- Dados Gerais

Amazônia – Dados Gerais

A Floresta Amazônica concentra grande diversidade de espécies de plantas medicinais, comestíveis, oleaginosas e colorantes, muitas das quais ainda não foram investigadas em profundidade. Suas propriedades continuam sendo estudadas em laboratórios. Acredita-se que 25% de todas as essências farmacêuticas utilizadas atualmente pela medicina tenham sido extraídas das florestas tropicais.

A variedade da flora amazônica tem como seu principal habitat as matas de igapó e terra firme. Dentre as espécies mais conhecidas de plantas medicinais extraídas da Amazônia encontram-se o guaraná, que apresenta propriedades vitalizantes, rejuvenecedoras e afrodisíacas, atuando como tônico do coração e ativando as funções cerebrais e a circulação periférica; a copaíba, que contém um azeite desinflamatório e cicatrizante, utilizada em casos de úlceras e faringites; e o urucú, que possui sementes com propriedades capazes de aumentar a pigmentação de tecidos adiposos, tornando a pele resistente e com coloração natural. Contém betacaroteno (vitamina A) e pode ser ingerido em cápsulas ou utilizado na culinária, como corante natural.

Fauna: A fauna da região Amazônica também é rica e variada, incluindo felinos, roedores, aves, quelonios e primatas. Algumas espécies encontram-se em perigo de extinção e passam a ser protegidas pelos órgãos especializados do Governo, para terem garantida a sua sobrevivência. Este é o caso do macaco uacari branco e do pequeno sagüi, que apenas podem ser encontrados atualmente nos arredores da cidade de Manaus.

A floresta amazônica

Curiosidades:
*78% dos solos de terra-firme são ácidos e de baixa fertilidade natural;
*Estima-se no mundo um total de 19 milhões de km² de florestas tropicais;
*A Amazônia possui 3.650.000 km² de florestas contínuas, a maior do mundo;
*Temperatura média: 26ºC;
*O período (comprimento do dia) varia de 30 a 50 minutos, entre o dia mais longo e o dia mais curto;
*A quantidade anual de chuva na bacia amazônica: 15 trilhões de m3;
*Dessa quantidade, em media 48% todo o ecossistema amazônico utiliza e evapotranspira; outros 52% escoa pelos rios, ou seja,aproximadamente a metade;
„X Um estudo realizado só em ecossistema de floresta tropical mostrou que 25% é evaporada; 50% é transpirada e 25% escoada para os rios;
*A produção líquida de oxigênio (saldo positivo) é em média de 96 toneladas por ano, que representa 0,000008% do total da atmosfera da terra. Isso indica ser uma pequena participação global;
*No entanto, estudos recentes mostram que a quantidade de carbono fixado pela floresta é significativa, e portanto a Amazônia pode ser interpretada como sendo um filtro ecológico, pois reduz a quantidade de CO2 da atmosfera;
*Calcula-se na Amazônia uma área total desmatada de cerca de 500 mil km², ou seja, cerca de 12,5% da floresta original. Na década de 80, em Rondônia, a taxa de desmatamento foi da ordem de 35 mil km² por ano, equivalente a um campo de futebol (1 ha) a cada 5 segundos;
*Existem na Amazônia cerca de 5.000 espécies de árvores (maiores que 15cm de diâmetro). Na xiloteca do Inpa existem 10.200 exsicatas, sendo cerca de 3.500 espécies. Na América do Norte existem cerca de 650 espécies de árvores;
*A diversidade de árvores na Amazônia varia entre 40 a 300 espécies diferentes por hectare, sendo que na América do Norte é de 4 a 25;
*Das 250.000 espécies de plantas superiores da terra, 170.000 (68%) vivem exclusivamente nos trópicos, sendo 90.000 na América do sul.
Fauna
Existem cerca de 3.000 espécies de peixes na Amazônia, que representa 85% da América do Sul e 15% das águas continentais. O INPA tem cadastrado 40% desse total.
Estudos da pesca no Estado do Amazonas mostraram que apenas 36 espécies são exploradas. 90% da pesca é representado por 18 espécies, mas 61% é de 4 espécies: tambaqui (18%), Jaraqui (32%), Curimatã (11%) e pacus (5%).
As últimas estimativas são de que as florestas pluviais do mundo podem ter até 30 milhões de espécies de insetos.
Em uma única planta na Amazônia foram encontradas mais de 80 espécies de formigas, o que representa o dobro das espécies de formigas encontradas nas Ilhas Britânicas.
 
Os grandes insetos da Amazônia*:
-Maior besouro: 20 cm;
-Maior mosca: 5 cm;
-Maior percevejo: 10 cm;
-Maior libélula: 15 cm;
-Maior mariposa: 30 cm;
-Maior cigarra: 9 cm;
-Maior vespa: 7 cm;
(Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA
Responsável: Dr. Carlos R. Bueno – Coordenacão de Extensão.)
 
Hidrografia
A bacia Amazônica estende-se por 3.889.489,6 km², representando um quinto de toda a reserva de água doce do planeta. Seus rios estão condicionados ao regime das chuvas e se constituem praticamente as únicas vias de transporte dos habitantes locais. Existem mais de 20 mil km de vias fluviais navegáveis, ligando comunidades distantes na região. O rio Amazonas é o segundo mais extenso do planeta e o primeiro em volume de água (100.000 m3). Nasce no planalto de La Raya, no Peru, com o nome de Vilcanota, passando a se chamar Solimões quando entra em território brasileiro. A partir da confluência com o rio Negro, nas proximidades da cidade de Manaus, recebe o nome de Amazonas. Dos seus 6.515 km de extensão, 3.600 correm em território brasileiro a uma velocidade de 2,5 km; hora, levando em seu leito toneladas de sedimentos arrancados das margens, o que torna a sua coloração amarelada. Sua largura varia de quatro a cinco km, chegando a alcançar 10 km em certos locais. A profundidade média do rio Amazonas chega a quase 100 metros. Entre seus mais de sete mil afluentes, os principais são os rios Madeira (que percorre uma extensão de 3.200 km), o Xingu e o Tapajós, na margem direita; e os rios Negro, Trombetas e Jari, na margem esquerda.
Encontro das águas
A aproximadamente 10 km de Manaus, as águas escuras do rio Negro se encontram com as águas barrentas do rio Solimões, correndo lado a lado, sem se misturarem, por uma extensão de cerca de seis km, quando passam então a formar o rio Amazonas, até chegar ao oceano Atlântico. Trata-se de um fenômeno muito apreciado por turistas, que decorre das diferenças de densidade, temperatura e velocidade de ambos os rios. Em frente a cidade de Santarém, occorre o encontro do Amazonas com o rio tapajós. É um espetáculo natural de rara beleza
Pororoca
É o fenômeno do encontro das correntes de maré do oceano com a corrente fluvial, que ocorre na foz do rio Amazonas, onde as marés se manifestam com grande amplitude e impetuosidade.
Anavilhanas
Situado no rio Negro, o arquipélago de Anavilhanas é formado por 400 ilhas que abrigam complexo ecossistema da Amazônia. A região está protegida por legislação federal que criou a Estação Ecológica de Anavilhanas, com área de 350 mil hectares. No período das cheias do rio Negro, metade das ilhas ficam submersas e os animais têm que se refugiar nas partes mais elevadas. Quando as águas começam a baixar, as ilhas deixam à mostra praias e canais que entrecortam toda a região como uma rede, num percurso de aproximadamente 90 km. A região de Anavilhanas encontra-se próxima ao Parque Nacional de Jaú, a maior reserva florestal da América do Sul, com 2,27 milhões de hectares, também banhada pelo rio Negro.
Curiosidades sobre os rios:
*Volume de água na Foz do Rio Amazonas: 100 a 300 m3 por segundo, dependendo da época do ano;
*Se considerarmos em média 200 m3 por segundo, isso significa que o consumo diário de uma cidade de 2.000 habitantes seria suprido por um segundo do rio;
*A quantidade de água do Rio Amazonas representa cerca de 17% de toda a água líquida do planeta;
*A profundidade média é de 40 a 50 metros, podendo atingir até 100 metros, próximo a Óbidos;
*O efeito das marés pode ser percebido até mais de 1.000 Km do mar (Óbidos);
*Existem basicamente três tipos de rios: água branca (Solimões, Amazonas, Madeira…) visibilidade 0,1 a 0,5 metros; pH 6,5 a 7,0; água preta (Negro, Urubu…) visibilidade de 1,50 a 2,50 metros, pH 3,5 a 4,0; água clara (Tapajós, Trombetas…) visibilidade mais de 4 metros, pH de 4,0 a 7,0.
(Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA. Responsável: Dr. Carlos R. Bueno – Coordenacão de Extensão.)
 
Parques Ecológicos
Em todo o Estado do Amazonas existem vários parques nacionais ecológicos, entre os quais se destaca o Parque do Pico da Neblina, que abriga um conjunto de montanhas ocupando 2,20 milhões de hectares. Próximo à cidade de Manaus encontra-se o Parque Ecológico de Janauary, localizado na região do rio Negro, com área de 9 mil hectares. Possui matas de terra firme, igapós e de várzea, onde os turistas podem passear de canoa, apreciando a vegetação típica dos igarapés. Contém ainda um lago, onde se encontra grande quantidade de vitórias-régia que podem ser admiradas de uma passarela rústica, construída para esse fim. O Parque de Janauary é administrado por um consórcio turístico formado por empresas do setor, com a cessão do Governo do Estado.
 
Turismo Ecológico
É o grande atrativo dos roteiros de viagens pela Amazônia, proporcionando ao turista a oportunidade de conhecer e aprender a respeito da floresta tropical e de seus habitantes. Seu objetivo principal é promover a interação do homem com a natureza e a valorização da rica diversidade biológica da região. O turismo ecológico no Estado inclui programas de viagens de barco, pernoites em hotéis de selva e passeios pela floresta. Podem ter a duração de horas ou de dias, em função do interesse e disponibilidade de tempo do visitante. Os programas são sempre realizados na companhia de guias especializados em sobrevivência na selva, que são profissionais formados em cursos administrados pelo Exército Brasileiro.
 
Hotéis de Selva
O Estado do Amazonas foi o pioneiro nesse tipo de hospedagem. Os alojamentos, conhecidos como “lodges” ou hotéis de selva, são empreendimentos construídos na margem de rios, em plena selva, flutuando sobre as águas tranqüilas de um lago amazônico. Nesses lugares os visitantes podem sentir-se completamente integrados ao tipo de natureza que constitui o universo da floresta. Os hotéis de selva são classificados de acordo com o nível de integração com o meio ambiente e as comodidades oferecidas aos hóspedes. Existem alojamentos com infra-estrutura mais completa e outros mais rústicos. Entre os hotéis de selva mais procurados por turistas que visitam a Amazônia encontram-se o Ariaú Jungle Tower e o Acajatuba Jungle Lodge, a 60 km da cidade de Manaus; o Amazon Village e o Amazon Lodge, distantes, respectivamente, 70 e 80 km de Manaus; e o Salvador Lake, situado a 18 km da cidade de Manaus.
 
Curiosidades:
*Cerca de 17 milhões de pessoas vivem na Amazônia, e portanto a densidade demográfica é de cerca de 3,4 habitantes por km²;
*62% da população vive na zona urbana e 38% na zona rural;
*Em média, durante o ano, o caboclo do interior usa cerca de 3,2 horas/dia para a agricultura e 5,1 horas/dia para o extrativismo (caça, pesca, coleta…);
*As cerâmicas mais antigas encontradas na Amazônia datam de cerca de 7.000 a 8.000 anos;
*Das doenças parasitárias da população, a malária é a principal endemia. Verificou-se em Porto Velho 90% do total; Boa Vista 82%; Macapá e Rio Branco 22%, Manaus 14%; Palmas 11%, Cuiabá 6% e Belém 0,2%;
*A região (interior) tem um dos maiores consumos de proteína animal (peixe) do mundo: 140 gramas por pessoa/dia;
*Na área total foi detectado em crianças 70% de nanismo e 18% de atrofia nutricional; 37,5% de anemia; 56,5% falta de zinco e 50% de falta de caloria, ferro, vitamina A e outras vitaminas;
Na área urbana foi detectado 72,2% de desnutrição.

ESTADOS DA AMAZÔNIA

ACRE

Situado no extremo oeste da Região Norte, o Acre faz fronteira com o Peru e a Bolívia. Originalmente era coberto pela floresta Amazônica, rica em seringueiras, das quais se extrai a borracha. No século passado, no auge da exploração dos seringais, os nordestinos foram os principais colonizadores do estado. Desse povoamento ficaram marcas na culinária. Com pratos como bobó de camarão, vatapá e carne-de-sol com macaxeira. Já o pirarucu de casaca e a rabada ao tucupi vêm da forte herança indígena.

A comunicação e o transporte são bem precários. A maior parte da população vive à beira-rio e a navegagem é o principal meio de locomoção. Há poucas estradas, a grande maioria sem pavimentação e nenhuma ferrovia. A mais importante rodovia que passa pelo estado, a BR 364, liga os dois principais pólos econômicos: a região do Alto Purus, com sede na capital, Rio Branco, e a do Alto Juruá, centralizada em Cruzeiro do Sul. Cerca de 60% da rodovia não é asfaltada e durante o período das chuvas, de outubro a maio, muitos trechos ficam intransitáveis.

O desflorestamento na floresta Amazônica, que atinge uma média de 433 km² por ano, destrói áreas nativas de extração de borracha e castanha-do-pará, ameaçando a biodiversidade da floresta. Dos 152.000 km² originais, a mata já perdeu 13.700 km², segundo o relatório de 1997 do INPA e do Ibama.
Na economia, além da borracha (em boa parte extraída de árvores nativas), e da pesca, destacam-se as lavouras de subsistência. A atividade agrícola registra baixo padrão tecnológico: apenas 1,2% dos estabelecimentos possuem tratores e 12,2% dispõem de energia elétrica. A pecuária bovina, destinada principalmente ao corte, cresce 153% entre 1985 e 1996. A pequena indústria limita-se a serrarias e engenhos de açúcar.

Tradicionalmente caracterizado como um estado de forte concentração fundiária, nos últimos anos, porém, verifica-se uma tendência à desconcentração. Entre 1975 e 1995, o número de grandes estabelecimentos agropecuários (de 100 a 1.000 hab.) sobre o total de terras diminui de 53,3% para 24,6%, à medida que cresce de 43,3% para 74,1% a proporção das pequenas unidades (menos de 100 hab.). Em conseqüência, as disputas pela posse da terra também diminuem. Durante o ano de 1997, dos 658 conflitos registrados no campo, apenas sete ocorrem no Acre, de acordo com o relatório Conflitos no Campo, da Comissão Pastoral da Terra.

Fatos Históricos: O Acre é a última grande área a ser incorporada ao território brasileiro. Pelos acordos de limites do período colonial, confirmados no Império, essa área pertencia à Bolívia, sendo uma pequena parte reivindicada pelo Peru. No final do século XIX chegam à região migrantes nordestinos, principalmente cearenses, fugindo da seca. A exploração dos seringais e o povoamento da área por esses brasileiros dão início a um grave conflito com os bolivianos.

As autoridades bolivianas reagem à presença brasileira nos seringais, negociando seu arrendamento a uma entidade internacional, The Bolivian Syndicate. Os brasileiros organizam rebeliões armadas e garantem sua permanência. Essa disputa só termina com a assinatura do Tratado de Petrópolis, em 1903, por Brasil, Bolívia e Peru. O Brasil compra a região dos bolivianos e peruanos por 2 milhões de libras esterlinas e compromete-se a construir a ferrovia Madeira-Mamoré, que liga as cidades de Guajará-Mirim a Porto Velho, em Rondônia, hoje desativada.

Transformação em estado em 1904, por decreto do presidente Rodrigues Alves, o Acre torna-se território federal, dividido em três departamentos: Alto Acre, Alto Purus e Alto Juruá, cujos prefeitos são nomeados pelo governo federal. A partir de 1920, a administração é centralizada em um governador, nomeado pelo presidente da República. O declínio da extração da borracha e a estagnação econômica aceleram o processo de exploração da madeira e a devastação de grande parte da floresta Amazônica.

No período do milagre econômico, nos anos 70, o Acre recebe investimentos em diversos setores, que atraem novas migrações e contribuem para o aumento da população. Há crescimento da economia, ainda essencialmente extrativista e dependente das culturas de subsistência, como mandioca, arroz, feijão, milho e banana.

Em 1988, com o assassinato do seringueiro e líder ecológico Chico Mendes, a questão da defesa de um modelo de extrativismo que não destrua a floresta ganha repercussão mundial.

AMAPÁ

O Amapá localiza-se na Região Norte do país. O extremo norte do litoral brasileiro tem início onde termina o Rio Oiapoque, que separa o estado da Guiana Francesa. O Amapá tem 24,2% de sua área protegida por lei, onde se encontram regiões de conservação ambiental e reservas indígenas.
Somente 1% de sua área de 143.453,7 km2 foi desmatada. Assim, a floresta de mata virgem, que ocupa 70% do território, conserva sua biodiversidade praticamente intacta.

De acordo com o IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do Amapá vem crescendo, principalmente com a chegada de imigrantes do Pará e do Nordeste. Por isso, o Estado vem implementando ações que associam crescimento e preservação: em 1995, foi criado o Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá; desde 1997, está em vigor uma lei que regula o acesso à biodiversidade, o uso de recursos genéticos e o emprego da biotecnologia e bioprospecção e, em 1999, foi criada a Universidade Estadual do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável.

Investimento estrangeiro: O estado encontra-se em situação de isolamento do resto do país, por conta dos sérios problemas de infra-estrutura nas áreas de energia, comunicação e transporte. Mas instituições francesas, dada a proximidade da Guiana Francesa, vêm investindo em financiamento de projetos no Amapá. Em 2000, os acordos assinados com instituições estrangeiras atingiram 25 milhões de dólares. Os principais projetos desenvolvidos são a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), programas de tratamento de água, controle da malária na fronteira com o Brasil e intercâmbios culturais e tecnológicos.

Agropecuária e extrativismo. Na agricultura, a produção concentra-se no cultivo de mandioca, arroz e feijão, e na fruticultura. Na indústria, destacam-se o setor de alimentos – sobretudo pescados – e de celulose. Os principais produtos de exportação do Amapá são arcos e estacas de madeira, palmito, camarão, cromita, cavacos de pinus e castanha-do-pará. O manganês, que já foi a base da economia do estado, perde importância com o esgotamento das jazidas. Ainda assim, o Amapá é o segundo produtor do mineral do país e o sexto de ouro – a mineração equivale a 12% da arrecadação estadual. A economia do estado, porém, está centrada no extrativismo.
A maior parte da receita, quase 75%, vem do governo federal, por meio de convênios com os ministérios. Os principais projetos financiados com essas verbas são na área do ensino profissionalizante, da segurança e da saúde pública.

Aspectos sociais. O Amapá tem duas universidades públicas que oferecem 650 vagas.

As relações com a França, via Guiana Francesa, levam o governo estadual a instituir o idioma francês como língua obrigatória na rede pública escolar.

A rede pública hospitalar possui 1,95 leito por mil habitantes. O déficit é de pouco mais de mil leitos, conforme os parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), que recomenda 4,5 por mil habitantes.

Fatos Históricos: A área do atual Amapá, pelo Tratado de Tordesilhas, pertencia aos espanhóis. Durante a União Ibérica entre Portugal e Espanha, a região foi doada ao português Bento Manuel Parente, com o nome de capitania da Costa do Cabo Norte. Após a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, Portugal começou a se preocupar com a exploração e a defesa da região. Imigrantes açorianos e marroquinos iniciaram sua ocupação. Com a construção da Fortaleza de São José de Macapá, os portugueses dificultavam os ataques dos franceses, estabelecidos na vizinha Guiana. Com a independência, em 1822, o Amapá permaneceu ligado à província do Pará e continuou a enfrentar problemas de fronteira com a França. A disputa territorial continuou até 1900, quando a questão foi levada à Comissão de Arbitragem, em Genebra, que deu a posse ao Brasil. Em 1943, a área tornou-se território federal e, em 1988, foi elevado à categoria de Estado pela Constituição Federal.

Dados Gerais:
Localização: extremo norte do país
Área: 142.815,81 km2
População: 477.032
Relevo: planície com mangues e lagos no litoral; depressões na maior parte, interrompidas por planaltos residuais.
Ponto mais elevado: serra Tumucumaque (701 m).
Rios principais: Amazonas, Jari, Oiapoque, Araguari, Maracá.
Vegetação: Mangues litorâneos, campos gerais, floresta Amazônica.
Clima: equatorial
Hora local: horário de Brasília
Capital: Macapá.
Habitante: macapaense
População: 283.308
Data de fundação: 4/2/1758.

AMAZONAS
Localização: Centro da região Norte.
Limites: Norte: Venezuela e Roraima; Noroeste: Colômbia; Leste: Estado do Pará; Sudeste: Estado do Mato Grosso; Sul: Rondônia; Sudoeste: Estado do Acre e Peru
Clima: Equatorial

Relevo
O relevo do Estado do Amazonas apresenta três patamares de altitude – igapós, várzeas e baixos platôs ou terra firme – definidos pelo volume de água dos rios, em função das chuvas. Os igapós são áreas permanentemente inundadas, com vegetação adaptada a permanecer com as raízes sempre debaixo d’água. As várzeas encontram-se em terreno mais elevado e são inundadas apenas na época das cheias dos rios. A seringueira é um exemplo do tipo de árvores existentes nessa área. Os baixos platôs ou terra firme estão localizados nas partes mais elevadas e fora do alcance das cheias dos rios.
Na região norte do Estado, encontra-se o ponto mais alto do território brasileiro, o pico da Neblina, com 3.014 metros de altitude, localizado na serra de Imeri, próximo à Venezuela.

Coordenadas Geográficas: A linha do Equador atravessa o Estado, fazendo predominar o clima equatorial, caracterizado por temperaturas médias entre 24º e 26º e chuvas abundantes durante todo o ano. A vegetação típica dessa região é a floresta equatorial.

Flora
A vegetação típica do Estado é a floresta equatorial, que se divide em três tipos: matas de terra firme, matas de igapó e matas de várzea. Nas matas de terra firme encontram-se as grandes árvores de madeira de lei da Amazônia. Em alguns locais as copas das árvores são tão grandes que impedem a passagem de até 95% da luz do sol, tornando o interior da floresta escuro, mal ventilado e úmido.
Entre as principais espécies existentes nessa região encontram-se as castanheiras-do-pará, a seringueira, o guaraná e o timbó, árvore utilizada pelos índios para envenenar os peixes.

As matas de igapó localizam-se nos terrenos mais baixos, próximos aos rios, mantendo-se permanentemente alagadas. Durante o período de cheia, as águas inundam as margens dos rios, avançam pela floresta e chegam quase a alcançar as copas das árvores, formando os “igapós”. Quando esse fenômeno acontece nos pequenos rios e afluentes, são denominados “igarapés”. As árvores encontradas nesse tipo de matas podem atingir 20 metros de altura, mas é comum encontrar-se árvores de dois a três metros, com ramificação baixa e densa, de difícil penetração. Sua espécie mais famosa é a vitória-régia, conhecida como a “rainha dos lagos”. A folha da vitória-régia pode chegar a medir um metro e oitenta centímetros de diâmetro. As bordas de suas folhas são levantadas e espinhosas, para evitar a ação destruidora dos peixes, e as raízes se fixam no fundo da água, formando um bulbo com um cordão fibroso revestido de espinhos. A flor também se abre protegida por espinhos e muda de cor, do branco para o rosa, com o passar do tempo. O bulbo da vitória-régia é muito apreciado pelos índios e as sementes se assemelham às do milho. No período de seca as vitórias-régias desaparecem, voltando suas sementes a germinar na estação das cheias.

As matas de várzea localizam-se entre a terra firme e os igapós, variando de acordo com a proximidade dos rios. Nelas podem ser encontradas árvores de grande porte como a seringueira, as palmeiras e o jatobá.

O homem que habita o Estado do Amazonas é, sem dúvida, o maior responsável pela conservação do meio ambiente da região. Ele convive em perfeita harmonia com a selva, utilizando racionalmente a natureza para sua subsistência. Por essa razão, o Estado do Amazonas registra, até o presente, o menor índice de interferência humana na floresta nativa. A extensa vegetação que cobre o Estado
pode ser apreciada pelo viajante que percorre seus rios ou sobrevoa, durante horas, a região, sem que a paisagem verde se modifique. A necessidade de promover o desenvolvimento, com a conservação do meio ambiente, induziu o Governo do Estado a estimular progressivamente o ecoturismo, importante gerador de emprego e renda, como também instrumento de conscientização da necessidade da proteção ambiental.

Hora Local: 1h a leste da linha que vai de Tabatinga a Porto Acre; 2h a oeste dessa linha, ambas em relação a Brasília

Gentílico: Amazonense.

PARÁ
Localização: Situado no centro leste da região Norte do Brasil, o Estado do Pará é o segundo do País em superfície (o maior é o Estado do Amazonas), o que representa mais de duas vezes o território da França.

Limites: Norte: Suriname e Estado do Amapá; Nordeste: Oceano Atlântico; Leste: Estados do Maranhão e Tocantins; Sul: Estado do Mato Grosso; Noroeste: Guiana e Estado de Roraima.

Relevo: O relevo do Estado apresenta três aspectos distintos que incluem (1) o Planalto Norte-Amazônico, formado quase integralmente por terrenos cristalinos, representando uma das parcelas do Planalto das Guianas, onde se encontram as serras de Acarí e Tumucumaque (cerca de 850 metros de altitude); (2) a Planície Amazônica, faixa sedimentar estreita e alongada no sentido sudoeste-nordeste, através da qual corre o rio Amazonas; e (3) o Planalto Sul-Amazônico, que se constitui parcela do Planalto Central brasileiro, elevando-se em direção ao sul, onde se encontra a serra dos Carajás.

Hidrografia: Além de ser o principal rio do Estado, o Amazonas é também a grande via hidroviária regional. Entre seus principais afluentes no Estado do Pará destacam-se os rios Tapajós, Xingu e Tocantins, na margem direita; e os rios Trombetas, Maicuru, Paru e Jari, na margem esquerda. Próximo à foz do Amazonas encontra-se o rio Pará, e nos limites com o Estado do Maranhão corre o rio Gurupi. A bacia hidrográfica do Estado do Pará abrange área de 1.253.164,5 km², sendo 1.049.903,5 km² pertencentes à bacia Amazônica e 169.003,5 km² pertencentes à bacia do Tocantins. Encontra-se ainda no rio Tocantins a usina hidrelétrica de Tucuruí, com área inundada de 2 430 km² e capacidade de geração de energia de 7 745 MW.

Clima: O clima do Estado do Pará é tipicamente equatorial, com médias térmicas anuais entre 24 e 26ºC, além de alto índice pluviométrico, que chega a alcançar 2.000 mm nas proximidades do rio Amazonas.

Vegetação: A quase totalidade de sua área encontra-se na Floresta Amazônica, exceto nas partes onde existem formações de campos – região do baixo rio Trombetas e Arquipélago do Marajó.

Hora local: A mesma a leste da linha que vai da foz do rio Jari à foz do rio Xingu; 1h a oeste dessa linha. Ambas em relação a Brasília.

Gentílico: Paraense

RONDÔNIA
O Território Federal de Rondônia foi criado em 13 de setembro de 1943 com o nome de Território do Guaporé, mudando posteriormente, em 17 de fevereiro de 1956 para Território Federal de Rondônia, em homenagem ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon.
Em 22 de dezembro de 1981, pela lei complementar numero 41, foi criado o Estado de Rondônia.
É constituído por áreas desmembradas dos Estados do Amazonas e Mato Grosso, com uma superfície de 238.378 Km2. Em superfície o Estado de Rondônia representa 7,11 % da área da Região Norte e 3% do Brasil. Ocupa o 12º lugar no Brasil em área geográfica.
Possui clima tipo equatorial super-úmido com elevados índices pluviométricos e de umidade 82% ao ano. Tem um período de estio que vai de maio a setembro e um de chuvas que vai de Outubro a Abril. Vegetação constituída pela floresta Amazônica. Regime hidrográfico de enchentes e vazantes relacionados aos períodos de estio e de chuvas, sendo o sistema hidrográfico constituído pelo rio Madeira e seus afluentes. Este rio é importante para a vida econômica do Estado, visto ser a via natural de acesso ao oceano Atlântico e aos mercados das Américas Central e do Norte, da África e da Europa, e internamente na região com seus principais centros comerciais e urbanos. É via natural de exportação e importação. Numerosas vilas, cidades e povoados alinham-se em suas margens, inclusive Porto Velho, Capital.
Fica no fuso horário de 4 (quatro) horas negativas em relação à hora de Greenwich. Isso representa 01 (uma) hora negativa com relação aos Estados do Sul (horário de Brasília), e uma hora a mais do que o Estado do Acre.
Limites: limita-se ao Norte, Nordeste e Noroeste com o Estado do Amazonas. Ao Leste e Sudeste com o Estado do Mato Grosso. Ao Oeste com o Estado do Acre e República da Bolívia e ao Sul e Sudoeste com a República da Bolívia.

Bacia do Rio Ji-paraná: A Bacia do rio Ji-Paraná é formada por este rio e seus tributários, é afluente do rio Madeira pela margem direita, porém considerada a sua bacia como uma das principais na geografia do Estado. Ocupa a região central, tendo o curso de seu rio principal a direção sul-norte, vindo do planalto de Vilhena, onde ficam as cabeceirass de seus formadores, os rio Comemoração de Floriano e Pimenta Bueno.

População:Estado de Rondônia constitui-se numa miscigenação de povos vindos de outros Estados da Federação, sendo inicialmente a maioria dos estados do Nordeste, e foram denominados Soldados da Borracha. Atualmente não existe uma predominância, pois existem pessoas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, etc.
Não temos uma estatística atual, pois a última fornecida pelo IBGE é do ano de 1991, a qual sem dúvida já não representa mais a realidade atual, no entanto estes são os dados que temos do IBGE e ao lado o número de eleitores fornecido pelo TRE em 1998:

Cidade   Habitantes (1991)  Eleitores (1998)
Porto Velho (capital) 269.876   196.118
Ji-Paraná   97.719   67.875
Cacoal    69.719   48.177
Ariquemes   57.926   43.634
Ouro Preto do Oeste  53.218   28.712
Jaru    49.856   38.191
Pimenta Bueno   48.748   22.644
Vilhena    38.983   33.002
Guajará-Mirim   32.551   23.170

Agropecuária: No setor agrícola, podemos destacar as seguintes culturas:
-Arroz: Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Rolim de Moura;
-Milho: Ji-Paraná, Vilhena, Colorado e Ariquemes;
-Feijão: Ariquemes, Jaru, Cacoal, Rolim de Moura, Vilhena e Colorado;
-Mandioca: Porto Velho, Ji-paraná, Pres. Médici, Colorado, Costa Marques;
-Banana: Ariques, Jaru, Ouro Preto, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura;
-Cacau: Ariques, Jaru, Machadinho, Ouro Preto, Ji-Paraná, Cacoal e Rolim de Moura;
-Café: Cacoal, Rolim de Moura, Espigão do Oeste, Ouro Preto e Ji-Paraná;
-Soja: Vilhena, Colorado e Cerejeiras.

No setor da agropecuária hoje Rondônia se destaca com o segundo maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 5.000.000 de cabeças.
A avicultura é praticada em larga escala, ocupando importante posição na economia do Estado.
O Extrativismo Vegetal destacam-se madeiras nobres, borracha natural e castanha do Pará.
O Extrativismo Mineral – extração de minério de cassiterita e de ouro.
A pesca, setor pesqueiro ainda é praticamente artesanal.

Transporte Aéreo: O Estado é servido pelas seguintes companhias aéreas: Varig, Vasp, Tam, Passaredo, Taba e Taxis Aéreos: Eucatur, Tama, Tajama. Possui 2 aeroportos de categoria internacional: Porto Velho e Vilhena. Três aeroportos possuem capacidade de pouso de aeronave de grande porte, inclusive pousos noturnos: Porto Velho, Vilhena e Ji-Paraná.

Nações Indígenas de Rondônia: Caripunas – ocupam o Parque Indígena Karipuna no vale do rio Jaci-Paraná. Estão reduzidos a pequenos grupos arredios.
Pakaás Novos – atualmente o maior grupo indígena em Rondônia, habitam no Município de Guajará-Mirim, sob o controle da FUNAI.
Karitianas – ocupam uma reserva de 57.000 ha próxima a cidade de Porto Velho.
Tapari, Makurap e Jatobi – vivem nos Postos Indígenas do Rio Branco e do Rio Guaporé, são poucos indivíduos remanescentes destas nações que tiveram próxima a extinção vítimas das ações hostis dos seringalistas.
Kaxacaris – habitam a região limítrofe entre os municípios de Porto Velho e Lábre (AM).
Uru-Eu-Wau-Wau – grupo arredio em fase de contato com a FUNAI, habitam os municípios de Ariquemes e Guajará-Mirim. São provavelmente do grupo tupi.
Cinta Larga – ocupam a área do Projeto Indígena do Roosevelt com 190.000 há, parte integrante da reserva do Parque Indígena do Aripuanã, localizada em terras dos Estados de Rondônia e Mato Grosso.
Suruís – habitam os postos indígenas 7 de setembro e quatorze, no município de Cacoal.
Gaviões – ocupam uma reserva com área de 160.000 hs já demarcada, suas aldeias situam-se às margens dos igarapés Lourdes e Homonios, afluentes da margem direita do rio Ji-Paraná, próximo a cidade de Ji-Paraná. Atualmente mantém contato com a população de Ji-Paraná onde se abastecem no comércio local.
Araras – ocupam a mesma reserva dos Gaviões, hoje em contato pacífico com o homem branco.
Este é um breve descritivo do Estado de Rondônia, e com o tempo procuraremos colocar mais dados a respeito do nosso Estado. Caso alguém queira saber algo de maneira mais específica, pode enviar um email que teremos o máximo prazer em procurar responder.

Bibliografia: Terras de Rondônia – Abnael Machado de Lima – Gráfica Parecis – 1997.
Odisséia da Ocupação Amazônica – Hércules Goes – Editora Ecoturismo – 1997
Pioneiros – autor: Francisco Matias.

RORAIMA
Roraima está situado no extremo norte do Brasil. Faz divisa com a Venezuela e a Guiana e abriga em seu território o monte Caburaí, o ponto mais setentrional do país. A floresta Amazônia cobre mais de 60% da sua área.
O estado é o menos populoso do e o de menor densidade demográfica do país. Mais da metade da sua população vive na capital, Boa Vista.
A economia do estado se desenvolve através das atividades ligadas ao setor de serviços, da mineração, da indústria e da agroindústria. Os principais produtos agrícolas do estado são mandioca, milho, laranja e banana.
O estado convivia com sérios problemas de energia elétrica. Em 2001, foi inaugurada, na fronteira entre Brasil e Venezuela, a primeira etapa do Complexo Hidrelétrico de Guri/Macaguá, que fornece energia para Roraima.
Em Roraima, está a maior parte da maior reserva indígena do Brasil, a dos ianomâmis, que tem forte influência na culinária e artesanato da região.

Fatos Históricos: No século XVIII, a área do atual estado de Roraima passou a ser efetivamente ocupada, para que a Amazônia pudesse ser preservada e protegida de invasores.
Em 1752, iniciou-se a construção do Forte de São Joaquim, próximo ao povoado de Nossa Senhora do Carmo.
No século XIX, foi município da província do Amazonas, permanecendo nessa condição até 1943, quando se transformou no território federal do Rio Branco, por determinação do presidente Getúlio Vargas. Só em 1962, seu nome foi mudado para Roraima.
A partir dos anos 60, os recursos e investimentos do governo federal atraíram empresários e trabalhadores para Roraima, aumentando a população local. A abertura da rodovia Perimetral Norte, em 1983, impulsionou o crescimento das atividades ligadas à criação de gado e à extração de castanha, madeira, ouro e cassiterita.
Em 1988, a Constituição Federal transformou o território de Roraima em estado.

Dados Gerais:
Localização: Norte da região
Área: 224.118,03 km²
População: 324.397
Relevo: planalto ao Norte e depressões ao Sul
Ponto mais elevado: monte Roraima, na serra do Pacaraima (2.739,3 m).
Rios principais: Branco, Uraricoera, Catrimani, Alalaú, Tacutu.
Vegetação: floresta Amazônica, com pequena faixa de cerrado a L.
Clima: equatorial a O, tropical a L.
Hora local: 1h
Capital: Boa Vista
Habitante: boa-vistense
População: 200.568
Data de fundação: 9/7/1890

 11/11/2009  – 13:23hs

Uma resposta to “Amazônia- Dados Gerais”

  1. Nova página « Ceudeouro's Blog Says:

    […] Confira aqui. […]

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